sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
An ideal wife is any woman who has an ideal husband
Depois de um post dedicado aos solteiros, deixo-vos agora um dedicado aos casais que, caramba, também são gente. Gente que desprezo e invejo, está claro, mas ainda assim, gente.
Eis um questionário do longínquo ano de 1933 que permitia, através de um fidelíssimo sistema de pontos, avaliar o cônjuge, com as devidas diferenças e características específicas para o marido e para a mulher. Uma pérola: assustadoramente actual e naaaada machista.
Na ficha dos homens, confesso que gosto do bónus se o marido “gives wife real movie kisses, not dutiful pecks on the cheek”. E acho aterrador, nos demerits do marido, as hipóteses “compares wife unfavorably with his mother or other wives” e “publicly regrets having married”. Dude, that's got to hurt. Se com um casamento destes, a mulher ainda precisa de fazer questionários, valha-nos Deus.
Quanto à das mulheres, destaco, em especial, o facto de se perder pontos por usar pijama (?!) e ter mais de 7 quilos de excesso de peso (parece-me justo ainda que chocante vê-lo por escrito).
E para ganhar pontos é suposto fazer manicuras ao marido (gay, só pode…) e ter filhos pequenos (com o pormenor de se ganhar “5 points per child”).
Eis um questionário do longínquo ano de 1933 que permitia, através de um fidelíssimo sistema de pontos, avaliar o cônjuge, com as devidas diferenças e características específicas para o marido e para a mulher. Uma pérola: assustadoramente actual e naaaada machista.
Na ficha dos homens, confesso que gosto do bónus se o marido “gives wife real movie kisses, not dutiful pecks on the cheek”. E acho aterrador, nos demerits do marido, as hipóteses “compares wife unfavorably with his mother or other wives” e “publicly regrets having married”. Dude, that's got to hurt. Se com um casamento destes, a mulher ainda precisa de fazer questionários, valha-nos Deus.
Quanto à das mulheres, destaco, em especial, o facto de se perder pontos por usar pijama (?!) e ter mais de 7 quilos de excesso de peso (parece-me justo ainda que chocante vê-lo por escrito).
E para ganhar pontos é suposto fazer manicuras ao marido (gay, só pode…) e ter filhos pequenos (com o pormenor de se ganhar “5 points per child”).


B'necas de Natal III
Só mais umas ideias de presentes que me podem oferecer este Natal. Ou Hannukah, se for mais de encontro com as vossas crenças. Ou em qualquer altura, vá, pronto, podem oferecer-me quando quiserem que não me importo.
Esta edição limitada da Leica M7 com design da Hermès:
Esta edição limitada da Leica M7 com design da Hermès:




Esta camisa da Pixie Market:

Este kit da Miu Miu que a Chloë Sevingy vestiu na gala do Museu de Arte Moderna de Los Angeles e lembrou-me porque é que idolatro esta mulher:
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Take me out to the ball game, take me out with the crowd!
Como boa portuguesa que sou, adoro futebol. Jogo mal como tudo (a minha equipa perdeu 7-0 contra a segunda pior equipa da nossa liga de futebol feminino, só para terem noção…) mas ainda assim adoro jogar. E adoro ver: no estádio, preferivelmente, do Dragão, exclusivamente, e na televisão, inevitavelmente. Vivo com dois rapazes, qualquer um deles devoto ao desporto rei, ao ponto de seguirem não só os jogos nacionais (e todos, porque um é do Sporting, outro do Benfica, e a complementar comigo, Portista ferrenha, não há jogo que nos escape), mas também os internacionais. À parte do Arsenal que sigo por questões de solidariedade – é o clube do meu cunhado bife – admito que a liga italiana e alemã me dizem pouco ou nada. Já a liga espanhola me suscita algum interesse, embora por razões pouco técnicas: já não é segredo que tenho uma admiração, vá, paixão… pronto, obsessão pelo Iker Casillas. E, recentemente, o meu interesse pela pelota ultrapassou a equipa do Real Madrid: a ver um jogo qualquer do Barcelona, apercebi-me que me emocionavam mais as imagens do banco do que propriamente do jogo em si: quem era aqueles senhor tão bem parecido e bem aprumado que mais parecia saído de um atelier de arquitectura ou do Conselho Executivo do BES, do que dos balneários suados do Camp Nou? Pepe Guardiola, de seu nome, responderam os meus co-locatários. Guardiola. Até o nome nos obriga a enrolar a língua, como que num beijo sensual. Guardiola. Mmmm…

Mas, alto e pára o baile, que há mais.
A minha francofilia ultrapassou os campos da literatura e do cinema francês e estou a ponderar seriamente passar a assinar o L’Équipe, só para ter novidades do futuro pai dos meus filhos (ele ainda não sabe, mais vai sê-lo…), o Yoann Miguel Gourcuff. O Miguel no nome deixou-me esperançada que este moreno de olhos verdes ainda tivesse ascendências lusas mas afinal parece que são ibéricas: tanto melhor! Joga no Bordeaux (aposto que percebe imenso de vinhos) e pela equipa nacional de França: allez les bleus!

Mas, alto e pára o baile, que há mais.
A minha francofilia ultrapassou os campos da literatura e do cinema francês e estou a ponderar seriamente passar a assinar o L’Équipe, só para ter novidades do futuro pai dos meus filhos (ele ainda não sabe, mais vai sê-lo…), o Yoann Miguel Gourcuff. O Miguel no nome deixou-me esperançada que este moreno de olhos verdes ainda tivesse ascendências lusas mas afinal parece que são ibéricas: tanto melhor! Joga no Bordeaux (aposto que percebe imenso de vinhos) e pela equipa nacional de França: allez les bleus!
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Stay Hungry. Stay Foolish.
A propósito do post anterior, a M. mandou-me ontem este link do discurso do Steve Jobs na entrega de diplomas de Stanford em 2005. O que ele diz já foi dito, escrito e lido por tanta gente mas este texto, por alguma razão, foi dos mais marcantes que ouvi. Sendo certo que – infelizmente – não me licenciei em Stanford e que o CEO da Apple não faz ideia quem eu sou, senti que estas palavras eram dirigidas directa e exclusivamente a mim, que cada frase era personalizada, escrita e dita a pensar em mim, nas minhas angústias, dúvidas e incertezas.
Ouçam que vale a pena. Propício a lágrimas, aviso já.
Acompanhem com o texto na íntegra aqui.
Os meus highlights aqui (destaques meus):
Ouçam que vale a pena. Propício a lágrimas, aviso já.
Acompanhem com o texto na íntegra aqui.
Os meus highlights aqui (destaques meus):
I had no idea what I wanted to do with my life and no idea how college was going to help me figure it out.
Again, you can't connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So YOU HAVE TO TRUST THAT THE DOTS WILL SOMEHOW CONNECT IN YOUR FUTURE. You have to trust in something — your gut, destiny, life, karma, whatever. This approach has never let me down, and it has made all the difference in my life.
Sometimes life hits you in the head with a brick. Don't lose faith. I'm convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did.
YOU'VE GOT TO FIND WHAT YOU LOVE.AND THAT IS AS TRUE FOR YOUR WORK AS IT IS FOR YOUR LOVERS.YOUR WORK IS GOING TO FILL A LARGE PART OF YOUR LIFE, AND THE ONLY WAY TO BE TRULY SATISFIED IS TO DO WHAT YOU BELIEVE IS GREAT WORK. AND THE ONLY WAY TO DO GREAT WORK IS TO LOVE WHAT YOU DO. IF YOU HAVEN'T FOUND IT YET, KEEP LOOKING. DON'T SETTLE. AS WITH ALL MATTERS OF THE HEART, YOU'LL KNOW WHEN YOU FIND IT. AND, LIKE ANY GREAT RELATIONSHIP, IT JUST GETS BETTER AND BETTER AS THE YEARS ROLL ON. SO KEEP LOOKING UNTIL YOU FIND IT. DON'T SETTLE.
"If you live each day as if it was your last, someday you'll most certainly be right." It made an impression on me, and since then, for the past 33 years, I have looked in the mirror every morning and asked myself: "If today were the last day of my life, would I want to do what I am about to do today?" And whenever the answer has been "No" for too many days in a row, I know I need to change something.
No one wants to die. Even people who want to go to heaven don't want to die to get there.
YOUR TIME IS LIMITED, SO DON'T WASTE IT LIVING SOMEONE ELSE'S LIFE. DON'T BE TRAPPED BY DOGMA — WHICH IS LIVING WITH THE RESULTS OF OTHER PEOPLE'S THINKING.
Don't let the noise of others' opinions drown out your own inner voice. And most important, HAVE THE COURAGE TO FOLLOW YOUR HEART AND INTUITION. THEY SOMEHOW ALREADY KNOW WHAT YOU TRULY WANT TO BECOME. EVERYTHING ELSE IS SECONDARY.
Again, you can't connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So YOU HAVE TO TRUST THAT THE DOTS WILL SOMEHOW CONNECT IN YOUR FUTURE. You have to trust in something — your gut, destiny, life, karma, whatever. This approach has never let me down, and it has made all the difference in my life.
Sometimes life hits you in the head with a brick. Don't lose faith. I'm convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did.
YOU'VE GOT TO FIND WHAT YOU LOVE.AND THAT IS AS TRUE FOR YOUR WORK AS IT IS FOR YOUR LOVERS.YOUR WORK IS GOING TO FILL A LARGE PART OF YOUR LIFE, AND THE ONLY WAY TO BE TRULY SATISFIED IS TO DO WHAT YOU BELIEVE IS GREAT WORK. AND THE ONLY WAY TO DO GREAT WORK IS TO LOVE WHAT YOU DO. IF YOU HAVEN'T FOUND IT YET, KEEP LOOKING. DON'T SETTLE. AS WITH ALL MATTERS OF THE HEART, YOU'LL KNOW WHEN YOU FIND IT. AND, LIKE ANY GREAT RELATIONSHIP, IT JUST GETS BETTER AND BETTER AS THE YEARS ROLL ON. SO KEEP LOOKING UNTIL YOU FIND IT. DON'T SETTLE.
"If you live each day as if it was your last, someday you'll most certainly be right." It made an impression on me, and since then, for the past 33 years, I have looked in the mirror every morning and asked myself: "If today were the last day of my life, would I want to do what I am about to do today?" And whenever the answer has been "No" for too many days in a row, I know I need to change something.
No one wants to die. Even people who want to go to heaven don't want to die to get there.
YOUR TIME IS LIMITED, SO DON'T WASTE IT LIVING SOMEONE ELSE'S LIFE. DON'T BE TRAPPED BY DOGMA — WHICH IS LIVING WITH THE RESULTS OF OTHER PEOPLE'S THINKING.
Don't let the noise of others' opinions drown out your own inner voice. And most important, HAVE THE COURAGE TO FOLLOW YOUR HEART AND INTUITION. THEY SOMEHOW ALREADY KNOW WHAT YOU TRULY WANT TO BECOME. EVERYTHING ELSE IS SECONDARY.
“The dream was always running ahead of me. To catch up, to live for a moment in unison with it, that was the miracle”, Anaïs Nin.

Sou uma sonhadora por excelência, com todos os clichés que a caracterizam, os bons e os maus.
É bom porque há todo o lado romântico da coisa.
Acredito no impossível. Apesar de – com o passar do tempo e os baldes de água fria que uma pessoa vai levando – estar mais realista/pessimista, gosto de pensar que tudo é possível. Tudo. Com esforço, dedicação e coragem, tudo se consegue. Tudo vale a pena se a alma não é pequena, não é?
E na escola sempre me elogiaram a imaginação fértil, a capacidade de pensar out of the box que, creio, ainda hoje manter.
Mas também é mau.
Sou a típica cabeça no ar. Perco tudo: carteiras recheadinhas de dinheiro e documentos já foram duas, telemóveis meia dúzia, casacos e camisolas mais que os dedos da mão, chapéus de chuva então já perdi a conta…
Sou distraída, tenho o attention span de uma criança da 3 anos (quase que juro que sofre do tão badalado síndrome ADD mas que ninguém mo detectou porque, no meu tempo, isto resolvia-se com um par de berros e, na pior das hipóteses, um par de estalos).
Sou esquecida: tenho a memória de um peixinho vermelho com Alzheimer. Tenho de escrever tudo na agenda, pôr lembrete no telemóvel e escrever na mão… e ainda assim, esqueço-me.
Sou naïve, acredito em utopias e desiludo-me quando, para minha surpresa e de mais ninguém, o quer que seja não passa de uma quimera, uma ilusão… um sonho.
Ainda assim, e vendo aqui a clara prevalência dos aspectos negativos, a verdade é que continuo a sonhar acordada. E gosto disso.
Forço-me a sonhar todas as noites. É já um hábito que tenho para adormecer. Sempre tive imensos problemas de sono, desde insónias atrozes a ter um sono tão leve que acordo se cair um grão de pó. Então, para solução dos meus problemas, recorro à técnica de meditação de imaginar que estou num sítio idílico. Às vezes estou na praia, o sol a abraçar-me, a aquecer-me a pele; ouço o mar, com a orla quase a tocar-me nos dedos dos pés… Às vezes estou no campo, deitada na relva fresca, a cheirar as flores e a ouvir os pássaros… Às vezes estou no futuro, no meu futuro ideal: imagino-me a ter o emprego que sempre desejei ter; vivo na cidade onde sempre quis viver; tenho a minha casa exemplar; sou casada com o homem que sempre idealizei e temos 4 filhos (3 rapazes e uma menina) e um cão (o meu Pipas, o cão que tinha em miúda e de quem ainda hoje tenho saudades porque era o melhor cão do mundo).
O mais duro de qualquer sonho é, claro, acordar. Enfrentar a realidade que tão raramente coincide com aquele que projectamos. Porque é duro distinguir projectos, de sonho, de ambições. O que é que é plausível, possível e atingível?
Isto tudo para vos dizer que tive uma premonição.
Tive um sonho que era uma ambição que passou a ser um projecto. Ao fim de anos de andar aos papéis, sei, enfim, o que quero fazer, o que me vai fazer feliz. Acordei e pensei “Eureka!”. Fui iluminada numa espécie de wet dream intelectual. Era estupidamente feliz no sonho. Sentia-me, finalmente, realizada.
É possível que seja um capricho, que não tenha nexo, futuro ou credibilidade. Mas é o que quero agora, mais que tudo neste mundo. Mais do que as botas Hunter, mais do que casar e ter filhos, mais do que resolver o meu contencioso com a Segurança Social… É isto que quero. E é isto que vou ter.
Claro que, acordei e vim trabalhar, escrever um parecer sobre mediadores de seguros ligados e fazer uma due diligence a uma empresa de informação e tecnologia.
F*da-se que a queda doeu.
Mas agora estou a ganhar balanço para levantar voo.
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Onde me encontrarão nos próximos tempos:
21.11.2009, na ZdB – Micachu & the Shapes
30.11.2009, tb na ZdB – Vetiver
04.12.2009, no S. Jorge – Voxtrot
05.12.2009, no Tivoli – Little Joy & Beach House
15.12.2009, no Santiago Alquimista – The Dodos
16.01.2010, no Coliseu – Air
03.02.2010, no Campo Pequeno – Artic Monkeys
13.03.2010, no Lux – La Roux
30.11.2009, tb na ZdB – Vetiver
04.12.2009, no S. Jorge – Voxtrot
05.12.2009, no Tivoli – Little Joy & Beach House
15.12.2009, no Santiago Alquimista – The Dodos
16.01.2010, no Coliseu – Air
03.02.2010, no Campo Pequeno – Artic Monkeys
13.03.2010, no Lux – La Roux
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Música
Maybe some women aren’t meant to be tamed. Maybe they just need to run free till they find someone just as wild to run with them.
Ontem liguei à minha amiga B. que não vejo há meses e, nas respectivas actualizações das nossas vidas, surgiu a inevitável pergunta “então e de amores, como estás?” ao que respondi “Ai, B., está o caos, nem sei por onde começar…” ao que a B. se partiu a rir “Vejo que está tudo na mesma: o dia em que me responderes que está tudo bem, há uma revolução na ordem e causa das coisas”. Na altura ri-me mas depois de ter desligado fiquei a pensar naquilo. Já conheço a B. há uns bons anos e é verdade: ela sempre me conheceu com aventuras e desventuras amorosas dignas de telenovela mexicana, com desgostos e paixões de dimensões desproporcionadas, ora estou nas nuvens ora nos infernos, não há meio termo.
Porquê? É esta a eterna pergunta que me atormenta e à qual não tenho – nem sei se algum dia terei – resposta.
Ainda que sem solução ao enigma que é a minha vida, vi no outro dia um artigo deveras curioso – ainda que ligeiramente datado – com dicas para mulheres solteiras. E depois do meu reality check, decidi revê-lo com maior atenção, de maneira a repensar todo o meu comportamento social e, em particular, a interacção com o sexo oposto.
Vou pôr em prática os conselhos que aqui reproduzo e logo vos conto como correu…
Vou pôr em prática os conselhos que aqui reproduzo e logo vos conto como correu…
1. Manter a postura e elegância!
Confesso que sou meia desconjuntada e já dei por mim sentada quase em posição de lótus num date de tal modo estava à vontade. E a pastilha elástica é turn off, aceito, mas tem a sua utilidade, particularmente pós-jantar e pré-beijo.
Confesso que sou meia desconjuntada e já dei por mim sentada quase em posição de lótus num date de tal modo estava à vontade. E a pastilha elástica é turn off, aceito, mas tem a sua utilidade, particularmente pós-jantar e pré-beijo.
(BTW, A-M-O a pose da senhora nesta fotografia, que lol!)

2. Não falar de moda!
Pronto, está tudo perdido! Como não falar de roupa?! Lamento, mas a moda é um tema tão digno quanto a música, literatura, cinema, arte, política...
Já vou em duas regras, duas infracções.
Pronto, está tudo perdido! Como não falar de roupa?! Lamento, mas a moda é um tema tão digno quanto a música, literatura, cinema, arte, política...
Já vou em duas regras, duas infracções.

3. Não ficar ébria.
Este ditame tem toda a razão de ser: bebedeira dá, invariavelmente, asneira. Eu que o diga que já institui como regra de ouro limitar-me a um copo de vinho nos primeiros dates. Voz da experiência, amigas: aprendam com os erros dos outros!
Três regras, três infracções: está tudo explicado.
Este ditame tem toda a razão de ser: bebedeira dá, invariavelmente, asneira. Eu que o diga que já institui como regra de ouro limitar-me a um copo de vinho nos primeiros dates. Voz da experiência, amigas: aprendam com os erros dos outros!
Três regras, três infracções: está tudo explicado.

4. Não falar enquanto se dança.
Sendo certo que sou uma grande faladora e defendo que se o silêncio é de ouro, então as palavras são de platina, a verdade é que há três situações em que gosto de calar e ouvir: na missa, no cinema e em concertos. E, transpondo a importância da música num concerto para uma danceteria, não me importo minimamente de dançar calada: é o corpo que fala, o olhar, o toque, os movimentos. Na pista de dança, um gesto da anca, um movimento do cabelo, um bater das pestanas diz mais do que mil palavras (e normalmente só são precisas duas: “quero-te”).
Sendo certo que sou uma grande faladora e defendo que se o silêncio é de ouro, então as palavras são de platina, a verdade é que há três situações em que gosto de calar e ouvir: na missa, no cinema e em concertos. E, transpondo a importância da música num concerto para uma danceteria, não me importo minimamente de dançar calada: é o corpo que fala, o olhar, o toque, os movimentos. Na pista de dança, um gesto da anca, um movimento do cabelo, um bater das pestanas diz mais do que mil palavras (e normalmente só são precisas duas: “quero-te”).
5. Don't be conspicuous - ou, em bom português, deixa-te de ser p*ta.
Há uma linha ténue entre o sociável e o, vá, ser pêga. É sempre saudável haver um mínimo de flirt e uma dose razoável de ciúmes mas daí a catar piolhos ao senhor da mesa do lado… quer-me parecer que é mais na ordem do "pêga" do que do "olha que amor que é a minha dama que até se mete a coçar as cabeças de outros homens. Grande galhofeira!".

6. Ele há à-vontade e à-vontade...
Sendo certo que esta senhora está a fazer das coisas que mais adoro (aqui vos confesso a minha inexplicável tara por lóbulos), reconheço que sou anti-PDA: casais nhó-nhós que falam à bebé, se dão de comer um ao outro e trocam carícias à mesa... é de vomitar na boca. Deixem-se de coisas e comportem-se como adultos. Já Marco Paulo dizia: uma lady à mesa, uma louca na cama.

7. Cuidado com a lingerie
Ir com uma roupa interior sexy ajuda a transmitir confiança (e, chegada a Hora H, mais vale ter um conjunta La Perla do que um saco de pão e o soutien da ginástica).
Ir sem roupa interior é toda uma outra mensagem. Não necessariamente má, mas em querendo mais que um date, quer-me parecer que é a errada.

8. Não falar com outros homens.
Esta regra parece-me bastante óbvia, especialmente quando o outro homem em questão tem as trombas deste empregado de mesa, apre!
9. Embriagar-se e/ou adormecer durante o encontro.
Cf. dica #3. Este é claramente um erro fatal. O empregado de mesa parece concordar comigo...
10. Não causar acidentes de viação.
É chato, de facto, sobretudo porque há - para além do retrovisor - pelo menos mais 3 espelhos e outras tantas superfícies reflectoras num carro. Mas – beg to differ - antes limitar a visão do condutor a ter batom nos dentes, não?
11. Ele há à-vontade e à-vontade II...
Nos dias Kleenex que correm esta situação não acontece com a mesma frequência mas (i) assoar-se à frente do date (ou de quem quer que seja, for that matter) ou (ii) deixar a marca do batom no copo ou no guardanapo, é o equivalente moderno a borrar o lenço do nosso pretendente. Big no no. Ou é feito de forma sexy, numa de deixar o beijo marcado, ou então não dá.
12. Pontualidade e secretismo!
Confesso que sou obcecada por pontualidade: odeio que me façam esperar por isso tento que nunca esperem por mim. E tento também aparecer já completamente vestida (é o mínimo!) e pronta quando o meu date me vem buscar, excepção feita ao cabelo, que normalmente está caótico e hesito entre o solto, apanho, meio-apanho ou só com ganchos pelos menos 164 vezes durante a noite e não paro de mexer no (inexistente) penteado...
Já a fotografia que ilustra este faux pas parece-me do mais sexy e nada contra-producente! Não percebo, sinceramente.
Confesso que sou obcecada por pontualidade: odeio que me façam esperar por isso tento que nunca esperem por mim. E tento também aparecer já completamente vestida (é o mínimo!) e pronta quando o meu date me vem buscar, excepção feita ao cabelo, que normalmente está caótico e hesito entre o solto, apanho, meio-apanho ou só com ganchos pelos menos 164 vezes durante a noite e não paro de mexer no (inexistente) penteado...
Já a fotografia que ilustra este faux pas parece-me do mais sexy e nada contra-producente! Não percebo, sinceramente.
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Vem brincar, traz um amigo teu!
A epítome do programa infantil é a Rua Sésamo. Houve desenhos animados de que gostei mais, houve outros programas que acompanhei mais tempo mas nada é tão expressivo e marcante quanto a Rua Sésamo. Ainda hoje sei de cor as letras do genérico: “Sooool nasceu… Veeeem brincar, traz um amiiiigo teu! E aaaaaoo chegar, tu vais poder também ensinar como se vai até à Rua Sésamo, até à Rua Sésamo!”. Há momentos da Rua Sésamo que já fazem parte da cultura popular: quem não reage à pergunta “queres uma banana?” com “Uma banana, duas bananas, uma p’ra mim outra p’ra ti banana, são três ou quatro ou ainda mais bananas, nunca verás uma banana só!”. Ou ao “Olha, o teu telefone está a tocar” responde-se, invariavelmente, a cantar “O telefone está a tocaaaar! Sou atender, vou saber quem me quer falar!”.
O maravilhoso da Rua Sésamo – para além do óbvio lema do “aprender a brincar” – é a interacção das pessoas com os bonecos que começavam, eles também, a ter vida! Eu imaginava sinceramente o Poupas a chegar a casa, cumprimentar a Sra. Poupas com um beijinho “Então, ‘mor, que tal o dia?”. E o Poupas descalça-se, acende um cigarro, “pá, nem me digas, aquele Guiomar tira-me do sério!”. Sempre embirrei com o Poupas, por acaso, e achava-o francamente assustador. Nunca gostei de aves e uma pássaro gigante amarelo fluorscente não era propriamente a coisa que me transmitia mais paz, vá-se lá saber porquê. Mas depois havia todos os personagens emblemáticos dos Marretas que davam uma perninha à Rua Sésamo e faziam a festa: o Becas e o Egas (que hoje vejo que eram, claramente, o casal gay do bairro), o Sapo Cocas, a Miss Piggy, o Ferrão, o maravilhoso Conde Kontarrr…
Para além do afecto que todas as pessoas que já foram crianças nutrem pela Rua Sésamo (e acreditem, ele há gente que nunca foi criança. O Benjamin Button, por exemplo, e uma das funcionárias da Repartição de Finanças do 2.º Bairro Fiscal, ali na Rodrigo da Fonseca que já nasceu amarga e anil), tenho ainda um carinho muito especial pela Rua Sésamo porque foi lá que me estreei enquanto actriz/cantora. É verdade. No idos anos de 1989, julgo eu, contracenei com uma série de personagens da Rua Sésamo (o Monstro das Bolachas, para meu grande desgosto, devia estar de baixa) numa emissão especial de Natal. O casting foi feito no colégio e lá fui eu e uns outros felizardos do coro cantar umas musiquinhas de natal, dar uns passinhos de dança, falar um bocadinho com a Gata Tita e não sei mais quem. E assim se passaram os meus 15 minutos de fama. Confesso que, ainda que triste que o ponto alto da minha carreira artística tenha sido aos 7 anos, é com muito orgulho que o vivi na Rua Sésamo.
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
B'necas de Natal II
Mais uma ideia de um presente na ordem do espectacular para me oferecerem este Natal: um biker jacket da Balenciaga, tal qual o desta menina.
Muito agradecida e um grande bem haja.
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
B'necas de Natal
Têm onde apontar? Aqui vai a minha wishlist - ainda que numa versão ainda muito preliminar - para este Natal. É tratar já das encomendas, sff, e falem lá entre vocês para eu não receber duas vezes as mesma coisa, ‘tá?
1. Uma mala.



2. Outra mala.

3. Estes calções.

4. E umas Hunter.
Para já é isto mas vou mantendo-vos a par, para não dizerem que não sou querida e não vou tempo para organizarem as compras e tal. Maior amor, é o que eu sou.
The Perfect Ten
A Nádia Comaneci fez o perfect ten nos Jogos Olímpicos de Montreal em 1976.
A Caroline fez o perfect ten nas ruas de Paris em 2009.
A haver um kit perfeito, é este.
A Caroline fez o perfect ten nas ruas de Paris em 2009.
A haver um kit perfeito, é este.
A-M-O.
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Paris
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
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Internet
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Diz que deu, diz que Deus, diz que Deus dará...

Tenho uma relação amor/ódio com a música brasileira.
Em geral, odeio. Prefiro arrancar as pestanas a ouvir Canta Bahia ou ver alguém dançar samba: o que é aquilo? Parece que estão a tentar apagar um tapete a arder ou têm formigueiro no pé. Sinistro.
Mas nós, portugueses, sempre fomos muito impermeáveis a música brasileira.
Ultimamente, há a moda do choro, impulsionado pelas 3ª-f. à noite no Lusitano Clube e agora no Miradouro. Há uns tempos era impossível ligar o rádio sem ter de levar com o dueto da Vanessa da Mata com o Ben Harper. Há uns verões foi o furor do baile funk: até na Feiras Novas de Ponte de Lima dancei mais Bola de Fogo do que o vira! Houve a fase do rock das Mamonas Assassinas e do rap do Gabriel o Pensador e da Fernanda Abreu. Há uns bons anos atrás quem não fosse dono do "Feijão com Arroz" da Daniela Mercury ou não soubesse de cor o "Vermelho" da Fafá de Belém era ostracizado que nem um leproso.
E houve ainda a idade de ouro dos cantores românticos, com os duos Leonardo e Leandro (ou era Leandro e Leonardo?) e Sandy e Júnior (pequena nota: serei a única a achar ligeiramente incestuoso um duo romântico ser composto por irmão?), sem esquecer os maravilhosos Só Pra Contrariar (melhor nome de banda de sempre, logo a seguir ao Coco, Ranheta e Facada, que, durante anos, achei que se chamava Cóco, Punheta e Facada). O hit dos SPC (como eram conhecidos) foi “Depois do Prazer” composto por letras tão maravilhosas como “o amor só se mede depois do prazer” (hein?!), “quando o desejo vem é teu nome que eu chamo, posso até gostar de alguém mas é você que eu amo” e “estou fazendo amor com outra pessoa, mas meu coração vai ser sempre teu”. Fogo. Brutal. Melhor letra de sempre: não só insultas a tua ex, porque já estás na cama com outra, mas ofendes também a outra porque estás “fazendo amor” mas a pensar na ex. Isto já entra naquela zona cinzenta do é tão mau, tão mau, tão mau que chega a ser bom.
E houve ainda a idade de ouro dos cantores românticos, com os duos Leonardo e Leandro (ou era Leandro e Leonardo?) e Sandy e Júnior (pequena nota: serei a única a achar ligeiramente incestuoso um duo romântico ser composto por irmão?), sem esquecer os maravilhosos Só Pra Contrariar (melhor nome de banda de sempre, logo a seguir ao Coco, Ranheta e Facada, que, durante anos, achei que se chamava Cóco, Punheta e Facada). O hit dos SPC (como eram conhecidos) foi “Depois do Prazer” composto por letras tão maravilhosas como “o amor só se mede depois do prazer” (hein?!), “quando o desejo vem é teu nome que eu chamo, posso até gostar de alguém mas é você que eu amo” e “estou fazendo amor com outra pessoa, mas meu coração vai ser sempre teu”. Fogo. Brutal. Melhor letra de sempre: não só insultas a tua ex, porque já estás na cama com outra, mas ofendes também a outra porque estás “fazendo amor” mas a pensar na ex. Isto já entra naquela zona cinzenta do é tão mau, tão mau, tão mau que chega a ser bom.
Mas reconheço que, evidentemente, é redutor resumir a música brasileira aos Irans Costas ou Netinhos desta vida.
Antes de mais, tenho de admitir a minha ignorância e total desconhecimento do panorama actual da música brasileira. Haverá, seguramente, muito talento que me passa ao lado.
Vêm-me à cabeça nomes como Marcelo D2, Cibelle e Seu Jorge que, ainda que não adore, reconheço-lhes o mérito. Tento pensar nos CDs de música brasileira “moderna” que tenho e não há muitos, de facto. Acho que o último disco brasileiro que comprei foi o dos Little Joy (nem sei se contam como brasileiros mas contam com metade dos Los Hermanos, por isso…) e antes desse foi o já bem velhinho da Fernanda Porto que ouvi até à exaustão. Ah, tb tenho o über comercial dos Tribalistas que me foi oferecido mas que ainda ouvi bastante, admito.
Vêm-me à cabeça nomes como Marcelo D2, Cibelle e Seu Jorge que, ainda que não adore, reconheço-lhes o mérito. Tento pensar nos CDs de música brasileira “moderna” que tenho e não há muitos, de facto. Acho que o último disco brasileiro que comprei foi o dos Little Joy (nem sei se contam como brasileiros mas contam com metade dos Los Hermanos, por isso…) e antes desse foi o já bem velhinho da Fernanda Porto que ouvi até à exaustão. Ah, tb tenho o über comercial dos Tribalistas que me foi oferecido mas que ainda ouvi bastante, admito.
Ainda assim, a minha vertente “amor” na relação com a música brasileira passa essencialmente (se não for mesmo exclusivamente) pelos vozes dos vinis gastos do meu Pai que pertencem a nomes da década de ‘70 tão sonantes e respeitáveis como Tom Jobim, Vinícuis, Elis Regina (das minhas vozes predilectas), Caetano e, claro, Chico Buarque.
Sou apaixonada pelo Francisco Buarque de Hollanda, letrista de um talento incomensurável e dono dos olhos mais lindos e da voz mais doce do mundo que tantas vezes me embalou na minha infância. Enquanto que a minha Mãe tocava em loop o revolucionário e maravilhoso “Tanto Mar” sobre o 25 de Abril, o meu Pai preferia uma gravação de um concerto que o Caetano e o Chico deram em conjunto em Salvador da Bahia, em 1972, e que tem pérolas como “Bom Conselho” (letra fenomenal!), “Os Argonautas”, sobre os descobridores portugueses, numa espécie interpretação brasileira do tão nosso fado e, a minha eleita, o “Partido Alto”. O nome da canção refere-se ao estilo musical (partido alto é um tipo de samba dos anos ‘30) e nada tem a ver com a letra que é a verdadeira pièce de resistance.
Sou apaixonada pelo Francisco Buarque de Hollanda, letrista de um talento incomensurável e dono dos olhos mais lindos e da voz mais doce do mundo que tantas vezes me embalou na minha infância. Enquanto que a minha Mãe tocava em loop o revolucionário e maravilhoso “Tanto Mar” sobre o 25 de Abril, o meu Pai preferia uma gravação de um concerto que o Caetano e o Chico deram em conjunto em Salvador da Bahia, em 1972, e que tem pérolas como “Bom Conselho” (letra fenomenal!), “Os Argonautas”, sobre os descobridores portugueses, numa espécie interpretação brasileira do tão nosso fado e, a minha eleita, o “Partido Alto”. O nome da canção refere-se ao estilo musical (partido alto é um tipo de samba dos anos ‘30) e nada tem a ver com a letra que é a verdadeira pièce de resistance.
Para ouvir, rir, dançar, cantar e encantar, deixo-vos o Brasil em música. Bom fim-de-semana!
Para rir:
Para ouvir:
Para dançar:
Para cantar:
Para encantar:
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
When God closes a door, somewhere He opens a window

O feedback que tive dos meus amigos relativamente ao post de ontem foi comovente. Antes de mais, porque não tinha noção que o B’necas era lido por tantos e, por isso, muito vos agradeço a paciência, fidelidade e amizade. E, sobretudo, porque é graças a Amigos como vocês que o mundo caminha, pula e avança, sim senhor, com a fé que António Gedeão escreve na Pedra Filosofal.
Apesar de gostar de pensar que sou uma pessoa optimista, positiva e up lifiting, que transmito boas ondas e sou boa companhia, ando numa fase menos optimista porque, digamo-lo sem cerimónia, a vida é f*dida. É lixado crescer, o dia-a-dia é uma batalha constante sem time out, não temos a meia-hora de intervalo para nos massajarem as pernas e nos darem o pep talk antes de enfrentarmos mais 45 mins de jogo a sofrer golos e fintas. Há alturas em que é mais difícil ver o lado bom da vida e centramo-nos nas dificuldades.
Não me quero queixar, são apenas constatações. Aliás, não me posso queixar, não tenho esse direito. E não o faço em regra, tirando à minha Mãe em busca de mimos que não mos dá e consegue sempre dizer “Mas como é que tu te podes queixar quando [inserir história absolutamente trágica que envolva, pelo menos, um doente terminal, uma criança que não foi amada e um pai de família desempregado]?!”. Pois, claro, perante esse cenário a minha vida é mel.
Em bom rigor, a minha Mãe (como todas as Mães) tem toda a razão. Tenho um óptimo emprego. Odeio-o, é certo: trabalho 12 horas por dia e odeio isto mais do que iscas de fígado ou o álbum dos Amália Hoje. Mas nem por isso deixa de ser um óptimo emprego. Tenho saúde, toda a minha família e (quase) todas pessoas de quem gosto e com quem me preocupo têm saúde. Posso não ter o dinheiro que quero mas tenho o dinheiro que preciso. Tenho uma família que adoro e, em especial, um sobrinho maravilhoso que é a prova viva de que Deus existe. E, ainda que com uma vida amorosa digna de uma tragédia grega e um relógio biológico que já dá horas, não perdi a esperança de um dia amar e ser amada (pela mesma pessoa de preferência, já agora!).
Por isso, depois do negativismo de ontem, hoje retomo a curva ascendente. O título deste post é uma das minhas citações preferidas do filme (ou, vá, pelo menos um dos filmes) da minha vida, a Música no Coração (é cliché, eu sei, mas nem por isso deixa de ser verdade, deal with it). Têm-se fechado muitas portas mas vou descobrir a janela que está praí aberta algures… não vá ela fazer corrente de ar.
E para acabar, mais um cliché: outro dos filmes da minha vida, Life of Brian (houve umas férias de verão em que eu e a minha irmã só tínhamos este VHS – sim, meninos e meninas, no meu tempo ainda não havia DVDs e o último grito da moda era o BETA - e víamo-lo praticamente todos os dias. Sei todas as falas de cor: a melhor “I’m Jesus Christ and so is my wife!”).
Deixo-vos com um verdadeiro happy ending. Não, não esse, seus tarados, este:
Some things in life are bad,
They can really make you mad,
Other things just make you swear and curse,
When you're chewing life's gristle,
Don't grumble,
Give a whistle
And this'll help things turn out for the best.
And...
Always look on the bright side of life
If life seems jolly rotten,
There's something you've forgotten,
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps,
Don't be silly chumps.
Just purse your lips and whistle.
That's the thing.
And...
Always look on the bright side of life.
For life is quite absurd
And death's the final word.
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin.
Give the audience a grin.
Enjoy it. It's your last chance, anyhow.
So,...
Always look on the bright side of death,
Just before you draw your terminal breath
Life's a piece of shit,
When you look at it.
Life's a laugh and death's a joke it's true.
You'll see it's all a show.
Keep 'em laughing as you go.
Just remember that the last laugh is on you.
And...
Always look on the bright side of life.
Always look on the right side of life.
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