Tuesday, 18 August 2009

Let there be light!

Há toda uma explicação técnica para estas lâmpadas: o ar é soprado depois retirado, são aquecidas de uma maneira e arrefecidas de outra, umas têm porcelana, outras simplesmente são foscas, é tudo muito sofisticado. Eu, leiga que sou no mundo das lâmpadas e do vidro em geral, limito-me a apreciar o efeito único e lindíssimo que é produzido pelo conjunto de lâmpadas da autoria do canadiano Omer Arbel.
Pena não ter um pé direito lá em casa que me permita uma instalação desta envergadura.


Friday, 14 August 2009

Se os meus oficiosos fossem tão giros quanto o John Dillinger, nunca tinha acabado o estágio…


Todos nós gostamos do filme em que o ladrão é o bom da fita. Sentimos que também nós, reles espectador e cidadão cumpridor, somos uns fora-da-lei, rebeldes e aventureiros. Apaixonamo-nos pelo Bonnie & Clyde, sem esquecer o Henry Hill do Goodfellas e, claro, o grandioso Don Vito Corleone. Queremos viver, nem que seja por umas horas, com aquela adrenalina e luxo à la Sorpano.
O recém-estreado biópico sobre o John Dillinger, inspirado no livro do historiador e jornalista Bryan Burrough “America’s Greatest Crime Wave and the Birth of the FBI”, não é diferente.
No Inimigos Públicos, Michael Mann retrata John Dillinger como um herói que lutou contra o sistema pervertido pela Grande Depressão dos anos 30. Ele era o Robin dos Bosques de Chicago, com uma incrível e precoce noção de marketing e de cuidado da imagem junto do público que o idolatrava e apoiava na revolta generalizada contra os bancos, por serem responsáveis pelo crash de 1929.
Ao contrário dos outros gangsters da altura, especialmente o irritantíssimo Baby Face Nelson, Dillinger era um homem com classe, inteligência e paixão, quer fosse a roubar bancos ou o coração da Billie Frechette (uma interpretação razoável da Marion Cotillard que, confesso, ainda tenho alguma dificuldade em dissociar do papel da La Môme).

As verdadeiras pérolas do filme são os protagonistas masculinos.
Christian Bale, no papel do agente do FBI Melvin Purvis, apesar de ser o adversário do nosso herói, consegue conquistar a simpatia do espectador, com os melhores fatos do elenco e um irresistível sotaque de Illinois.



E claro, o Johnny Depp. Aaaaah, o Johnny Depp. Voltei a ter 13 anos no cinema ontem: voltei a apaixonar-me por aquele que é provavelmente dos homens mais perfeitos que alguma vez caminharam sobre a terra. Reacendeu a chama da paixoneta que começou com o 21 Jump Street, nos tempos da escola em que faziam colagens nos cadernos de imagens dele no Benny & Joon e no Gilbert Grape.


O filme ganha ainda com a banda sonora, que vai desde os banjos típicos dos anos 30, a fazer lembrar o Oh Brother Where Art Thou, ao jazz sedutor da Billie Holiday, passando pela música principal do filme, o divino Bye Bye Blackbird.




E o meu lado fashonista não resiste em comentar ainda o guarda-roupa do filme.
O Johnny Depp tem os melhores óculos do mundo e fica tão irresistível com o sobretudo invernoso com que abre o filme, como com o fato branco e chapéu de pala que veste na cena final.



A Marion Cotillard usa, numa das cenas em Miami, um chapéu absolutamente divino que já ando a tentar descobrir onde se vende!

Por fim, a título de curiosidade: os chapéus de feltro usados no filme são da fábrica Fepsa, de São João da Madeira. E assim conseguimos sempre a ligação, por mais remota e menos digna que seja, ao êxito do momento: desde o cão do Obama aos acessórios do Johnny Depp. Tuga power.

Friday, 7 August 2009

O melhor bolo de noiva… de SEMPRE!

Não consigo parar de rir…

Quando eu for grande…

E for rica com uma casa grande, quero ter uma peça do Peter Jansen, um escultor holandês cuja mais recente exposição Human Motions pretende capturar, num só momento, uma sucessão de movimentos.
Voto nestes dois:


John Hughes (1950 – 2009)

Em memória do John Hughes que ontem morreu, vítima de ataque cardíaco aos 59 anos.
Ferris Bueller’s Day Off, Pretty in Pink, The Breakfast Club, Sixteen Candles… Os filmes deste homem marcaram a minha pré-adolescência e são responsáveis pelas perneiras e o blusão de baseball que ainda devem estar algures lá por casa.

Thursday, 6 August 2009

Darker My Love

Nem só de futilidades são feitas as minhas incursões pela internet. Tenho feito umas descobertas musicais interessantes, apesar da silly season musical também existir. É como no cinema: será que os distribuidores de filmes não percebem que, lá por ser verão ou estar de férias, a minha escolha não tem de estar limitado ao Harry Potter e à Hannah Montana… Com a música é igual: as playlists das rádios nestes dias limitam-se ao Selfish Love e ao Lucky...
Mas, graças ao João Lopes, tenho lavado o meu ouvido das impurezas musicais veraneantes com os Darker My Love, um quinteto californiano que muito me recorda os inícios dos My Blood Valentine. O segundo álbum – apropriadamente intitulado "2" – saiu já o ano passado e tem pérolas como esta, ora apreciem:

Current Obsession

É Agosto, está calor, está tudo de férias… Só apetece estar na praia a apanhar banhos de sol e de mar… Mas não. Estou enfiada entre quatro paredes, sob luz e temperatura artificial, com vista sobre as Amoreiras. Ah, o meu querido mês de Agosto...
Quem diz que ficar em Lisboa a trabalhar em Agosto é uma maravilha porque não há trânsito, há sempre sítio para estacionar, não há filas para nada, yada yada yada… bullshit. É puro consolo dos tristes que ficam a alombar enquanto está toda gente a dormir 14h e o dilema mais bicudo do dia é se comem o Magnum clássico ou com amêndoas…
O que me tem evitado de dar uma de bowling for Columbine é ter a internet permanentemente ligada. Ah, a net. O que seria deste meu querido mês de Agosto sem net? Não sei quem foi que inventou a internet (até podia pesquisar que em poucos segundos saberia a resposta porque está tudo na net, mas não me apetece) mas esse homem (suponho que tenha sido um homem) merece ser santificado.
A verdade é que, em modo de compensação por não estar de férias, tenho andado sobretudo a andar pela net como quem se passeia num centro comercial e a mimar-me com as coisas mais fúteis e inúteis, a queimar as minhas poupanças como se tivesse ganho o Euromilhões… várias vezes. A Amazon qualquer dia já me cumprimenta de beijinho e pergunta pela família, de tal modo passo lá a vida, e as “boutiques” da moda nos EUA são a minha verdadeira perdição. Descobri há muito pouco tempo a marca Free People que tem as roupas mais maravilhosas, uma espécie de Urban Outfitters mais usável, menos in your face e mais feminino.
As peças são, infelizmente, tão cara quanto irresistíveis… Consegui controlar o meu instinto consumista e limitei-me (por enquanto) a este vestido e este top que estão já a caminho da casa da minha irmã em Londres para eu ter em Outubro, para além da alegria de rever o meu sobrinho, toda uma panóplia de kits à minha espera: wohoo!
(Aqui entre nós, acho que qualquer dia o meu cartão de crédito vai vira-se para mim, perguntar-me como é que eu não tenho vergonha na cara e dar-me um par de estalos…).
Eis os eleitos:



Wednesday, 29 July 2009

Want Of The Day

Com os casamentos em série deste ano e já farta dos meus “kits casório” que já vesti vezes sem conta, ando numa caça ao vestido na net e nas lojas há já uns tempos. Infelizmente este que vi hoje no Look Book (site tão insuportável quanto viciante de que aqui já vos falei) não está à venda. É pena porque é exactamente isto que quero: adoro a cor, adoro o pormenor branco no decote e do cinto, adoro a combinação com os sapatos de cor… Ainda vou descobrir onde é que isto se vende, ai vou, vou!


Monday, 27 July 2009

I ♥ FOTC

É sempre arriscado, estúpido mesmo, dizer-se que o quer que seja é “o melhor do mundo”. Mas se os Flight of the Conchord não são o melhor comedy act do mundo, andam lá perto. Ainda não vi nenhum episódio completo da segunda série mas a avaliar pelas músicas que já estão disponíveis no youtube e que não me canso de ver em loop, vem aí coisa da boa.
Apreciem:




Tuesday, 21 July 2009

A vacation is what you take when you can no longer take what you've been taking


Há pior do que não ir de férias?
Há. É não ir de férias porque os nossos superiores hierárquicos não nos deixam.
Há pior do que não poder ir de férias porque os nossos superiores hierárquicos não nos deixam?
Há. É perder os 10 dias que temos de férias acumuladas de anos anteriores que deviam ter sido gozados até Julho mas, ah! espera!, não me deixaram gozá-los…
Há pior do que não ir de férias porque não nos deixam e perder 10 dias de férias?
Há. É não ir de férias, perder dias de férias a que tínhamos direito e ficar com todos os assuntos e problemas de quem pode e vai gozar as férias.
Há pior do que não ir de férias porque não nos deixam, perder dias de férias e ter mais trabalho do que no resto do ano?
Há. É não ir de férias, perder dias de férias, herdar todos os problemas e mais algum dos colegas e não ter um único fim-de-semana livre porque ora é casamento ora é despedida de solteira…
E há pior do que não ir de férias porque não nos deixam, perder dias de férias, ter mais trabalho do que mãos a medir e não ter um f-d-s livre para ir à praia?
Há. É ter que desabafar disto tudo num blogue porque todos os nossos amigos, conhecidos, familiares estão a banhos e só cá estou eu.
Preciso de férias e de um namorado, ASAP.

Friday, 17 July 2009

Invicta

Hoje vou estar aqui:



E amanhã aqui:


Porque o meu coração é azul e branco, este fim-de-semana vai ser em grande.

Want Of The Day…

… são estes Beach Ball Lamps do Toby Sander, fundador da TOBYHouse, que fizeram furor na feira de design em Milão. Para quem é uma beach bunny como eu, esta é a melhor maneira de trazer as maravilhas da praia para dentro de casa. Acende-se a luz e é como se acendêssemos o sol quente de verão, quase que se ouve os gritos alegres das crianças a brincar com as bolas insufláveis, o mar a enrolar na areia e a mistura de cheiros do creme protector e da bola de Berlim quente.
Só é pena cada bola custar £250,00, isto sem falar nos portes de envio. E algo me diz que a Easyjet não me vai aceitar isto como bagagem de mão…


Thursday, 16 July 2009

Rir para não chorar...

Depois de ter fechado o ano passado num tom de depressão total (com Bon Iver & cia.), os álbuns que andam a prender-me este ano são bem mais animadores: desde Animal Collective aos Grizzly Bear, sem esquecer Phoenix… e, mais inesperadamente, a Lily Allen.
Embora a música pop não seja geralmente a minha praia, o mais recente “It’s not me, it’s you”, produzido pelo Greg “Vamos Trazer Alguma Qualidade à Pop” Kurstin dos The Bird and The Bee, foi das surpresas mais agradáveis deste ano.
A Lily Allen não é só a menina mimada, bêbeda e provocadora: tem talento qb, uma boa voz e uma distinta capacidade enquanto letrista. As músicas são francamente divertidas, com melodias alegres mas sempre acompanhadas de letras mordazes, straight forward e recheadinhas de sentido de humor.
Exemplo disso é o último single, “Twenty Two” que tem a letra mais realista e trágica possível, mas cantada com tanta alegria e leviandade. A primeira vez que ouvi esta música fiquei angustiada a pensar “Credo, isto sou eu!”. É a sociedade in a nutshell, a trágica condição da quase trintona, que vista de fora é patética e sozinha, mas conforta-se por ver-se rodeada de tantas outras mulheres nesse estado.
Aqui deixo-vos o vídeo e as letras.
When she was 22 the future looked bright,
But she's nearly 30 now and she's out every night.
I see that look in her face, she's got that look in her eye
She's thinking “How did I get here?” and wondering why.

It's sad but it's true how society says
“Her life is already over
There's nothing to do and there's nothing to say
Til the man of her dreams comes along picks her up and puts her over his shoulder”.
It seems so unlikely in this day and age.

She's got an alright job but it's not a career
Wherever she thinks about it, it brings her to tears
Cause all she wants is a boyfriend
She gets one-night stands.

She's thinking “How did I get here
I'm doing all that I can”.

It's sad but it's true how society says
“Her life is already over
There's nothing to do and there's nothing to say
Til the man of her dreams comes along picks her up and puts her over his shoulder”.
It seems so unlikely in this day and age.

Tuesday, 14 July 2009

A wedding is just like a funeral except that you get to smell your own flowers

Todas as meninas sonham em casar. As que dizem que não, mentem com todos os dentes que têm na boca, garanto-vos. E todas as meninas sonham em como vai ser o casamento. É inevitável, está-nos imprimido nos genes, faz parte do nosso ADN. E não só sonhamos com isso como planeamos esse dia, desde o vestido às músicas, da igreja aos convidados.
Bom, talvez nem todas as meninas sonhem com tanto pormenor mas por mim falo, que estou solteira há muito (demasiado?) tempo e que tenho mais casamentos por ano que dedos na mão. São muitas (demasiadas?) oportunidades para pensar no assunto. Sendo certo que esse dia pode nunca vir a acontecer ou se acontecer, ser completamente diferente do que imagino, não deixa de me dar um gozo imenso planear como ele será.
No outro dia vi uma reportagem fotográfica do talentosíssimo Josh Goleman de um casamento e, à medida que as fotografias iam desfilando sob o meu olhar atento, pensava “é exactamente isto”. Acabei com os olhos a brilhar, pasmada com a qualidade e beleza das fotografias e arrepiada por ter visto o que projectei para mim, mas vivido por outras pessoas.
É assim que eu quero que seja o meu casamento: informal e despretensioso, rodeada de amigos, indumentária descontraída e (até nisso coincide!) um vestido de noiva curto. É uma festa, não uma cerimónia. Celebra-se o amor e a felicidade genuína e não os deveres sociais ou familiares.
A reportagem integral está aqui mas por ora deixo-vos um cheirinho:












Monday, 13 July 2009

E afinal parece que não foram felizes para sempre...

Quando é que se deixa de ser criança? Quando se deixa de acreditar no Pai Natal? Quando se começa a ter responsabilidades e/ou dívidas? Quando se atinge a puberdade? Se dá o primeiro beijo ou se perde a virgindade? Quando se casa ou se tem filhos? Quando se sai de casa dos pais?…

Acredito que a criança que há (havia) dentro de mim morreu um bocadinho quando vi esta série da Dina Goldstein, intitulada Fallen Princesses que destrói uma importante parte da minha infância e substitui o imaginário doce e inocente da Disney pela dura realidade dos tempos modernos.

A fotógrafa canadiana explica que quis fazer uma reflexão sobre a forma como a Disney mostra estas princesas que, segundo ela, não retratam com fidelidade as histórias originais e que a imagem da menina vitimizada e do homem que a salva está longe de ser um bom exemplo para as crianças em formação.
Está certíssimo que os contos da Disney têm uma horrenda carga de machismo: a vilã é sempre um personagem feminino amargurado (desde a madrasta ressabiada da Gata Borralheira à velha solitária da Branca de Neve) e a heroína não passa de uma frágil donzela, de preferência com poucos neurónios para se meter numa embrulhada e só se safa porque há um príncipe encantado que a vem salvar num belo cavalo branco.
Mas daí a perturbar a formação das crianças, já acho exagero. Vi praticamente todos desenhos animados e li os livros da Disney em miúda e não é por isso que deixo de ser (julgo eu) uma mulher forte e independente, com personalidade e cabeça própria que sempre soube separar a ficção da realidade desde a mais tenra idade. E, se alguma vez tiver filhas, contar-lhes-ei os contos de fada com o mesmo encanto com o que me contaram a mim. Gosto de acreditar no “e foram felizes para sempre”, nem que seja só nos contos de fadas. É para isso que servem, para que não deixemos de acreditar no amor eterno, na felicidade, no príncipe encantado… Porque a vida real é uma merda e a fantasia um escape que nos dá a esperança de que “um dia, também eu vou viver um amor assim”.
A partir do momento em que nem sequer os personagens da Disney se livram dos males sociais, o que é que nos resta?

Posto isto, não deixa de ser uma crítica social interessante e de uma grande qualidade artística.





Wednesday, 1 July 2009

The September Issue

Sou uma assídua leitora da Vogue (UK ou USA porque a Vogue portuguesa, convenhamos, ainda tem de comer muita papa Milupa, como dizia o outro, porque, por enquanto, ainda é francamente má). Apesar da óbvia predominância de tópicos fúteis, a verdade é que a Vogue é uma revista de qualidade superiora em termos de estética e design; é promotora e defensora da Mulher, os seus feitos, direitos e deveres; e tem excelentes entrevistas, artigos e contos de eminentes escritoras e, sobretudo, de jovens aspirantes a eminentes escritoras (uma espécie de Júlio Isidro do mundo da literatura e moda, vá).
Não é à toa que a Vogue é a revista de moda mais reputada e conhecida no mercado actual.
E tão famosa quanto a revista em si é a editora da Vogue americana, a Anna Wintour, que já foi (mal) disfarçadamente retratada no livro (e, mais tarde, filme) O Diabo Veste Prada da Lauren Weisberger, que foi em tempos assistente da mulher que fez com que a semana da moda de Milão fosse adiada uma semana porque não lhe dava jeito nas datas inicialmente previstas…
Deixando a ficção, o eufemismo e o sugar coating de parte, o realizador RJ Cutler, conhecido por ter seguido a campanha eleitoral do Clinton na The War Room, realizou o documentário The September Issue, a estrear este Outono, onde retrata o impiedoso mundo da moda e, claro, da Anna Wintour. O documentário foi feito em 2007 e acompanha durante 8 meses o lançamento da edição de Setembro da Vogue Americana que, nesse ano, tinha 840 páginas, 727 das quais eram anúncios.
O trailer deixa água na boca e algo para nos consolar quando acabarem dos dias de calor, praia e sol e já nos apetecer enfiar numa sala escura de cinema nos dias chuvosos de Outono.

Konichiwa!

Se por acaso derem um saltinho ao Japão (um destino aqui perto e barato para as férias grandes) não percam a exposição “Ok!” do artista coreano Jeonghwa Choi, no Centro de Arte Towada.
Defensor da teoria de que a arte é de todos e para todos, Choi utiliza produtos corriqueiros do quotidiano nas suas esculturas e, numa espécia de Joana Vasconcelos versão olhos em bico, parece ser fã devoto de macramé e criar tudo e mais alguma coisa em renda, bilros e afins.
Fiquei embevecida com a Vénus de Milo encarnada que ficava a matar na sala lá de casa.
Sayonara!