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Tuesday, 22 November 2011

I Want To Go To There...

I can't quite belive this house is for real.
It's Aerin Lauder's Aspen getaway.
I want to go to there...







Source

Thursday, 6 October 2011

Your Time Is Limited, So Don't Waste It Living Someone Else's Life

Who isn't writing about Steve Jobs today? It would be sinful not to mention his passing but, then again, the utter lack of originality of sharing his Stanford's commencement speech is another sin in itself. Well… let he who is without sin cast the first stone, so I’m going to join the web-crowd in celebrating Steve Job’s genius.
I don’t know anyone who doesn’t own – and love – an Apple item: be it an ipod, ipad, iphone, macbook, mac-pro… and, in many cases, all of the above. Apple – mostly through and because of Steve Jobs – has become part of our lives, with its innovative and audacious inventions. People who would have abhorred anything slightly techy or gadgety were suddenly hooked on Jobs’ zen, calculated and almost theatrical product-launch presentations.
As a die-hard music fan, finding it virtually impossible to endure life without a permanent soundtrack, I was more than delighted to replace my deadbeat walkman and discman for an ipod my parents got me for Xmas almost 10 yrs ago. It was THE best present ever and, to this date, I am yet to find a (supposedly) futile gadget that serves so much purpose and joy.
I’m certain Apple will remain a key market-player and tech leader: When Steve Jobs stepped down as CEO a few months ago, this was already largely discussed and, despite a one-day stock-loss, Apple is still the greatest valued company in the world. I have no idea if Tim Cook will match – or even outdo – Steve Jobs as head of Apple but it will certainly be very difficult to match his charisma: although many of those who worked with Jobs slated his autocratic, temperamental and egotistical persona, it’s impossible not to admire him and be engulfed by his magnetism.
As I mentioned, Steve Jobs’ Stanford commencement speech in 1995 (with over a staggering 6 million views on youtube – and I’m pretty sure this number will increase wildly over the next couple of days) is being shared and shown worldwide – and I myself posted it here a couple of years ago. It is, without a doubt, one of the best speeches ever made and, regardless of how many times I’ve heard it, I get emotional each time because it (still) hits a cord. The speech was first sent to me by a dear friend from college who, like me, was in a pivotally difficult professional situation. We were both lawyers, each at very high profile law firms, yet we both loathed our jobs. I can easily say that, to this date, I’m yet to engender as much revulsion as I did for my former job and bosses. We were deeply unhappy at how our lives turned out professionally but felt we were in a dead-end and lacked the audacity to quit and move on. Well, at least for a while. My friend quit her job a month later and went on to work on a completely different project and I left my own (now former) job, albeit in the worst circumstances ever, and also moved on to different shores. I vowed that never again would I let myself plummet in that life-sucking, depressing spiral.
Steve Jobs emphasized that “[y]ou've got to find what you love”. Thing is, I still haven’t found what I love. I’m turning 30 next year and am still clueless about what I want to do in my life. Being academically successful, I always assumed that being a straight-A student would automatically bring me professional bliss. Sadly, this is not the case. But I haven’t lost hope and refuse to surrender to it being too late.
Steve Jobs said: “Your work is going to fill a large part of your life, and the only way to be truly satisfied is to do what you believe is great work. And the only way to do great work is to love what you do. If you haven't found it yet, keep looking. Don't settle”. I won’t settle. I too will find what I love and succeed, make a difference and be happy with my job. I doubt I’ll accomplish 1/100th of what Jobs did but, still, I want to achieve something.
My life is, has always been and, I suspect, will probably always be, highly improvised, unpredictable and varied. Most of the times I struggle to find logic or reason to the events in my life but I take comfort in Jobs’ words: “you can't connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So you have to trust that the dots will somehow connect in your future”.
This was yet another sad battle unfairly won by the shittiest thing around: cancer. As remarkable as it was that Jobs fought quite literally for his life for almost a decade, cancer has claimed yet another victim and Mankind is definitely poorer today.

RIP, Steve Jobs.

Saturday, 20 November 2010

Trabalhos de Casa

A minha vida deu tantas voltas nos últimos tempos – no último ano, para ser exacta – que ainda ando meia zonza. Houve três grandes mudanças sendo que provavelmente a mais definitiva se deu esta semana: tornei-me oficialmente uma dona de casa, na verdadeira acepção da palavra. Sou dona de uma casa. Ou melhor, de um apartamento. E não sou bem dona. Dono é o BBVA, eu sou pretensa dona quando acabar de pagar couro e cabelo pelo empréstimo… Mas isso é conversa para outras núpcias e não interessa nada agora. O que importa é que comprei aquilo que será o meu “lar”, e não uma simples casa onde viver.
Fazendo jus à minha veia consumista, já tenho a mente a fervilhar com ideias de decoração. O problema é que da carteira não fervilha nada… Estou mais pobre do que alguma vez fui na vida mas, como há sempre a esperança de amealhar uns trocos para poder pôr a casa a gosto, já tenho comprado umas El Mueble, Elle Decoration e Coté Sud e visto sites de decoração e design de interiores que é uma cosia estúpida. Sei tudo sobre arquitectos de interiores, designers dinamarqueses, móveis italianos, tecidos franceses, tinta de paredes inglesas… Estou perita.
Cela vá sans dire, o meu orçamento não me permite fazer nem metade do que quero mas ainda assim tenho já estes projectos na calha.

Tenho uma série de quadros e cartazes que fui acumulando nos últimos anos por isso quero ter paredes livres para pendurá-los. Mas preciso de estantes: tenho uma quantidade obscena de livros e CDs e tenho de os enfiar num sítio que não em pilhas defeituosas e periclitantes como tem sido o caso até agora. Vi esta solução que se revelou ser um autêntico ovo de Colombo: tão simples, tão óbvio, como é que me escapou? Estantes rasteiras. É fácil, é barato e arruma milhões.


Ainda por causa dos cartazes para afixar – e porque parti umas tantas moldura na mudança – esta solução parece-me engenhosa ainda que prejudicial para os cartazes… Não sei, might be worth a shot.


Para a cozinha, já encomendei este mural da Supernice que tem uma lojinha deliciosa na über trendy Columbia Road, pertinho do célebre mercado das flores.


O que ficou de fora, por falta de orçamento e por ser um capricho dispensável, foi este frigorífico que simplesmente adorei. Sou daquelas pessoas que abre a porta do frigorífico e fica especada a pensar “Mas o que é que eu queria tirar?” ou “Mas o que é que me apetece comer?” e este frigorífico de porta transparente ia poupar tanta energia! E é, a par do Smeg, o único frigorifico giro que já vi!


Este muito original conceito do Gonçalo Campos está também na wishlist: é uma versão acolhedora, fofa e limpa do quadro de giz.




Também me apaixonei por esta lâmpada, tétrica e ternurenta. Ideal para a mesa de cabeceira.


Por último, para substituir o meu velhinho rádio da Roberts, estou vidrada neste rádio da genial Orla Kiely mas é caro como a m*rda. É esperar que o Pai Natal seja especialmente generoso este ano.


Imagens tiradas daqui, daqui e daqui.

Wednesday, 1 September 2010

Run, Baby, Run!


Os meus ténis de correr rasgaram-se irremediavelmente na semana passada (ténis esses que, diga-se, tinha há uns 5 ou 6 anos e já estavam todos rotos após anos de corridas, ténis em (pseudo) terra batida e, o pior, um ano de treinos e jogos de futebol também conhecido como o projecto mais falhado da minha vida…). Então lá fui eu ontem à caça de uns substitutos.
Já tive ténis da Asics, estes últimos eram Reebok e como já tenho o equipamento da Adidas, fixei-me agora nuns Nike. Nunca tinha ido ao site da Nike mas é excelente: super user friendly, muito informativo (tem feedback sobre cada produto e parece-me ser genuíno, de clientes anónimos que deixam a sua opinião, dizem quantos quilómetros correm em média por semana, etc.) e verdadeiramente convincente, apetece comprar TUDO! Eu que embarquei neste projecto com um pouco orçamento e ainda menos entusiasmo, estou prestes a pagar mais do dobro e com o triplo da excitação!
Isto tudo porque o site tem uma função que nos permite, basicamente, desenhar os ténis que queremos: pega-se num modelo base e toca ao fazer tuning! Escolhe-se mais ou menos almofada, mais estreitos ou mais largos, com as cores que queremos em cada camada: personalizam-se ténis banais com todas as cores do arco-íris ou, inversamente, simplificam-se uns ténis berrantes e coloridos. Até dá para pôr o nosso nome (ou o que quisermos) no calcanhar! EXCITAMENTO! E como por mais $40 o envio é à borla (para os States, claro): toca de escolher umas roupinhas bem janotas!
Problema 1: não fica barato e se alturas houve em que fui pobre, esta é uma delas… Problema 2: demora quatro semanas a fazer os ténis personalizados. Problema 3, que supera o problema 2: a minha Mãe só vai aos States no Natal e não posso ficar até lá a correr descalça (bem sei que é assim que correm os putos em África que depois ganham tudo nos olímpicos mas não me apetece ficar com os pés em carne viva e, consequentemente, deitar para a rua os 20€ da pedicure!).
Por isso, ainda estou na fase da indecisão, se compro se não compro…
Os eleitos são estes mas com as cores que seleccionei ficam ainda mais florescentes!

Shazaam!!

Thursday, 4 March 2010

La Favola di Moschino



Foi inaugurada a semana passada a Maison Moschino, um hotel no centro de Milão (situado na Viale Monte Grappa, perto do oh so fashion Corso Como e do Corso Garibaldi), cujo design ficou encarregue à equipa da Moschino.
Numa altura em que, com a estreia do Alice no Pais das Maravilhas, o imaginário do Tim Burton parece estar por todo o lado, a decoração quirky e surrealista deste luxuoso getaway não foge à regra.
Embora todos tenha uma decoração única, o tema de ligação entre os quartos é o mundo fantástico das fábulas que criamos quando dormimos e sonhamos.
Confesso que, sendo os meus sonhos tão mais bizarros do que qualquer fábula, não me apelaria minimamente dormir num quarto que fosse decorado à luz de um sonho meu…
Mas claramente a Moschino tem um sono mais tranquilo (e mais glamoroso!) e fiquei absolutamente embevecida por esta maison.
Fica a nota para quando o orçamento permita uma escapadinha a Milão.







Mais fotos aqui.

Monday, 31 August 2009

Thursday, 27 August 2009

Na Wishlist de hoje...

... as poltronas que me faltam lá em casa:

Tuesday, 18 August 2009

Let there be light!

Há toda uma explicação técnica para estas lâmpadas: o ar é soprado depois retirado, são aquecidas de uma maneira e arrefecidas de outra, umas têm porcelana, outras simplesmente são foscas, é tudo muito sofisticado. Eu, leiga que sou no mundo das lâmpadas e do vidro em geral, limito-me a apreciar o efeito único e lindíssimo que é produzido pelo conjunto de lâmpadas da autoria do canadiano Omer Arbel.
Pena não ter um pé direito lá em casa que me permita uma instalação desta envergadura.


Friday, 7 August 2009

Quando eu for grande…

E for rica com uma casa grande, quero ter uma peça do Peter Jansen, um escultor holandês cuja mais recente exposição Human Motions pretende capturar, num só momento, uma sucessão de movimentos.
Voto nestes dois:


Friday, 17 July 2009

Want Of The Day…

… são estes Beach Ball Lamps do Toby Sander, fundador da TOBYHouse, que fizeram furor na feira de design em Milão. Para quem é uma beach bunny como eu, esta é a melhor maneira de trazer as maravilhas da praia para dentro de casa. Acende-se a luz e é como se acendêssemos o sol quente de verão, quase que se ouve os gritos alegres das crianças a brincar com as bolas insufláveis, o mar a enrolar na areia e a mistura de cheiros do creme protector e da bola de Berlim quente.
Só é pena cada bola custar £250,00, isto sem falar nos portes de envio. E algo me diz que a Easyjet não me vai aceitar isto como bagagem de mão…


Friday, 19 June 2009

E o reembolso do IRS vai paaaaraaaaa...

Ando à procura de umas boas colunas para o meu i-pod.
A selecção da Fnac deixa muito a desejar: ou são umas colunas básicas sem a mínima graça, originalidade ou qualidade ou então são umas Bose que custam 10.000€ e digamos que não era propriamente esse o budget que tinha orçamentado… As colunas que mais gostei eram umas da Bowers & Wilkins mas achei o preço exorbitante:
Tive péssimo feedback das colunas da própria marca da Apple e a julgar pela qualidade dos headphones deles – que raramente me duram mais que dois ou três meses – achei por bem deixar essa hipótese também de parte.
Ando, por isso, a aventurar-me na net à procura das ditas colunas e tenho feito umas descobertas deliciosas que me deixam, agora, o embaraço da escolha (e destino certo para o reembolso do IRS).
Estas são claramente as que mais gosto mas estou, infelizmente, longe de ter a casa ou o orçamento para as comprar.


Nestas adoro o conceito de ser uma imitação das belíssimas Marshall, digna de concerto em estádio, com direito a moche e tudo.




Mas foram estas as que escolhi. São lindas de morrer, portáteis e sentir-me-ei uma autêntica Grand Master Flash da Lapa.



Wednesday, 7 January 2009

An Apple a day keeps the doctor away

Não percebo um boi de computadores e uso pouco mais do que o Word, Outlook e Explorer. Mas adoro a estética e o design dos Macs: é um objecto de decoração, uma obra arte diria mesmo que, tivesse eu dinheiro para isso (custa $2.799,00) comprava sem hesitar. Por enquanto contento-me com o meu PC (nem sequer um mísero laptop tenho…) e babo-me à imagem do novo MacBook Pro.